O Brasil não é quintal de ninguém. Nossa terra, nossa água, nosso petróleo, nossos minerais, nossa mata e nossa urna não têm dono lá fora.
O Brasil conta com você!
Somos o povo que atravessou a ditadura, a inflação e a pandemia, e, apesar de tudo, plantou, construiu e cantou. Somos a nação que não se ajoelha.

Conheça o Manifesto
Chamaram de impossível o sonho de um país onde a criança come, o trabalhador descansa e o ancião tem dignidade, e sua experiência, lugar.
Intolerância não é opinião: é a porta por onde o fascismo entra, de terno e sorriso, e sai levando a liberdade de todos.
A economia crescerá, e o crescimento terá endereço: salário que alcança o fim do mês, saúde que atende, casa decente, ar que se respira.
Educação, ciência, tecnologia e inovação feitas em solo nosso são o alicerce da independência; sem elas, importamos até as ideias.
E seremos livres: para pensar, discordar, rezar, amar e escolher sem que mandem calar.
Conheça o Manifesto na Íntegra
Somos o povo que atravessou a ditadura, a inflação e a pandemia, e, apesar de tudo, plantou, construiu e cantou. Somos a lavoura e a fábrica, o porto e a floresta, dos pampas à linha do Equador. Somos a nação que não se ajoelha.
O Brasil não é quintal de ninguém. Nossa terra, nossa água, nosso petróleo, nossos minerais, nossa mata e nossa urna não têm dono lá fora. Até o Pix, que nasceu aqui e corre na palma da mão do brasileiro, é soberano. Decidir o próprio destino sem pedir licença a quem nunca pisou neste chão: isso não se negocia.
Chamaram de impossível o sonho de um país onde a criança come, o trabalhador descansa e o ancião tem dignidade, e sua experiência, lugar. Nós o vimos acontecer. Ele não acabou: continua, e desta vez será inteiro.
Não voltaremos aos dias em que o ódio dava ordens, as armas valiam mais que a vida e a mentira, mais que os fatos. Intolerância não é opinião: é a porta por onde o fascismo entra, de terno e sorriso, e sai levando a liberdade de todos. A ela respondemos não, com a serenidade de quem já pagou caro para aprender.
Queremos as gerações mais velhas produtivas, com remédio garantido, tempo para a família e espaço para quem ainda tem muito a ensinar; as mulheres seguras na rua, iguais no contracheque e donas de si; a juventude com escola, trabalho e horizonte; a diversidade acolhida, pois a cor, a fé, a origem e o amor de cada um são riqueza, não problema.
A economia crescerá, e o crescimento terá endereço: salário que alcança o fim do mês, saúde que atende, casa decente, ar que se respira. Qualidade de vida não é luxo de poucos; é direito de todo mundo. E seremos livres: para pensar, discordar, rezar, amar e escolher sem que mandem calar.
E falamos a quem preferiu outro caminho no primeiro turno ou ficou em silêncio. Não pedimos que desfaça o passo, e sim que dê o próximo. Eleição não se ganha contando ausentes, mas convencendo quem já compareceu e merece uma razão nova. Ela existe: nenhum projeto sério se sustenta com universidade cercada, laboratório vazio e professor humilhado. Educação, ciência, tecnologia e inovação feitas em solo nosso são o alicerce da independência; sem elas, importamos até as ideias. Reitoras e reitores das federais, de norte a sul, já disseram de que lado estão: do conhecimento, da República e de uma pátria que raciocina sem tradutor.
MPB é a música dos brasileiros. Hoje é também o Manifesto Pró-Brasil: a mesma melodia, a mesma gente, o mesmo coração batendo forte. Fortes porque somos muitos; resilientes porque já caímos e sempre levantamos.
Não é preciso ser lulista para reconhecer o tamanho da encruzilhada que enfrentamos. O que nos une não é a unanimidade em torno de um homem, mas a convicção de que não podemos tomar o rumo da extrema direita, o Clã Bolsonaro, por ser contra a soberania e a democracia. Você que tem restrições e descontentamentos com Lula: vote pelo País, pelos seus filhos e netos, que vão herdar o que escolhermos no dia 25. Por isso dizemos, de peito aberto: Lula, para seguir em frente. Não por saudade, mas por teimosia de futuro. Cada voto é um tijolo. Vamos erguer, juntos, o Brasil que sonhamos. Ele é nosso. Ele é agora.
O sonhar esperançoso é sair vitorioso.